Deixa a Manuela falar!

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Na segunda- feira (25), como já não faço com tanta frequência, liguei a televisão  para assistir o programa de entrevista da tevê cultura “Roda viva”.

Naquela noite, a entrevistada seria a candidata a presidente do Brasil pelo Partido Comunista do Brasil Manuela D’Ávila.

Iniciado o programa, eis que entre os entrevistadores, surge um assessor do candidato a presidência (não permita Deus que eu viva para vê-lo no Planalto)  Jair Bolsonaro. Não entendi  de pronto,  a razão de tal presença, mas no decorrer do programa compreendi o que se pretendia  fazer com a Comunista Manuela.

Ver e ouvir Manuela entre aqueles senhores que em nome do jornalismo, se bem que do mais barato, mais vil, me ascendeu um holofote de esperança para o futuro do ainda nosso (?) Brasil.

Manuela não se abateu em qualquer momento, foi mulher na mais nobre acepção da palavra. Enérgica no momento adequado,  mostrou-se atenta quando um dos entrevistadores ousou dizer que ela estava mentindo. Se deu muito mal o entrevistador e deve estar arrependido de tal palavra até agora. Colocou-o no devido lugar exigindo que ele reformulasse a frase dita, o que ele forçadamente fez. Inclusive hoje, ou ontem não sei ao certo, Joel Pinheiro (Economista e filósofo) postou um vídeo no you tube justificando sua atuação. Será que buscando  uma réstia da luz que ilumina hoje ainda mais Manuela d’Ávila?

Depois de tudo isso, hoje leio no portal Metrópole uma matéria da não menos competente que a figura central deste texto, a jornalista Leilane Meneses: Roda Viva x Manuela D´Ávila: lição de como não conversar com mulheres.

Ótima matéria onde  com grande verve, a jornalista traduz para nosso deleite, parte do que Manoela tentou e não a deixaram dizer.

Para as duas  profissionais, mulheres lutadoras da causa de todas as mulheres,  minha gratidão pela esperança que vocês reacendem certamente em inúmeros corações brasileir@s.

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