Mídia abre crítica burra a Haddad: a de que ele é Lula

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Desnorteados com o favoritismo de Fernando Haddad na disputa presidencial, os meios de comunicação e colunistas alinhados com o golpe de 2016 começaram a atacá-lo pelo ponto que é visto pelo eleitor como sua maior qualidade: a conexão com o ex-presidente Lula.

Em editorial, o Estado de S. Paulo diz que a Haddad é um “candidato postiço”, enquanto Miriam Leitão, no Globo, afirma que Haddad será um presidente tutelado a partir de uma cela em Curitiba.

Ora, é exatamente este o desejo do povo brasileiro: ser governador por Lula – o que só não está sendo possível porque ele é alvo de uma prisão política, sem provas, há mais de cinco meses.

“Está claro desde sempre, e muito mais agora, que Haddad é apenas um preposto que concorrerá ao mais alto cargo do Executivo nacional não porque deseja administrar o País segundo suas ideias ou as de seu partido, mas para fazer as vontades de um presidiário, condenado a mais de 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. A já conhecida desfaçatez lulopetista parece ter atingido seu estado da arte”, diz o jornal Estado de S. Paulo, porta-voz do mais arraigado reacionarismo brasileiro.

O editorial, no entanto, sugere que Haddad é favorito e lança uma ameaça, em caso de vitória. “Desta vez, contudo, nem é o caso de avaliar se Haddad é ou não competente para exercer a Presidência, pois sua campanha terá o único propósito de manter acesa a ofensiva lulopetista contra as instituições democráticas – e não surpreende que, na seita de Lula, haja quem discuta à luz do dia a hipótese de Haddad, se eleito, encontrar uma forma de tirar o demiurgo da cadeia. Sob qualquer aspecto que se avalie, uma campanha construída sobre tais bases é evidentemente uma afronta ao processo eleitoral e um prenúncio de desestabilização – ou seja, tudo o que o País não precisa.”

Miriam Leitão, por sua vez, diz que Haddad será um presidente tutelado a partir de uma cela. É exatamente isto o que o Brasil quer: ser governador por Lula. Como ele foi impedido por uma conspiração jurídico-midiática, o povo brasileiro, com sua sabedoria, busca a saída na figura de Fernando Haddad.

Fonte: Brasil 247

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