Politica

Sem rumo, políticos contagiam eleitores

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Brasília é de fato uma cidade atípica, sua principal característica é apagar fogo com gasolina.

Durante a campanha eleitoral do ano que passou um eleitor muito entusiasmado dizendo que votaria em José Roberto Arruda, “Estou cansado do Agnulo” bradou o indignado eleitor. —Quando alguém acusou  Arruda de roubo aos cofres públicos o impávido eleitor rebateu: “Rouba, mas faz”. Mas não ficou aí.  Um pouco mais adiante na conversa o interlocutor percebendo a resistência do amigo em mudar o voto para governador resolveu salvar ao menos um voto e chutou:

— E pra senador?

—Reguffe na cabeça!

—E qual a razão de tanta convicção?

—É honesto. —Nosso amigo imediatamente cerrou os olhos e resignado olhou no próprio relógio e pagando a conta despediu-se do parceiro de bar.

Ah! No segundo turno o nosso estimado eleitor votou no primeiro e único governador de Brasília. Não temos notícia se está satisfeito com o resultado de sua escolha. Qual terá sido o critério utilizado…?????

 

Pela  internet tenho visto o clamor popular contra a violência, a falta de segurança, saúde, educação, mas, principalmente a segurança.

No telejornal do meio dia, ainda ontem vi uma notícia que dava conta de um assalto a uma joalheria e que a quadrilha havia se conhecido no presídio e lá tive tempo estreitar amizade e daí planejar e executar crimes como este de ontem.

Li também duas noticias que me fizeram repensar e perguntar: Para onde estamos indo? Onde queremos chegar?

Leiam as notícias que reproduzo abaixo e se encontrarem a resposta, por favor, me enviem.

Laerte Bessa: Delegados na Câmara se unem por porte de arma para agente socioeducativo (Não seria sociorepressivo?)

 

O deputado delegado é um dos entusiastas da PEC da redução da maioridade

 

Relator da PEC da redução da maioridade penal para 16 anos, aprovada em 1º turno na Câmara, o deputado Laerte Bessa (PR-DF) foi nomeado relator do projeto de autoria de Alberto Fraga (DEM), que concede porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos.

 

Tratam-se de dois delegados linha-dura no Parlamento.

 

O PL 805/15 visa proteger a categoria… Há casos em Brasília, por exemplo, de agentes que são marcados por internos, agredidos e ameaçados de morte pelos menores, nas ruas, quando são liberados pela Justiça.

 

Um breve levantamento feito pela equipe do deputado respalda o que poderá nortear seu texto. No Rio de Janeiro, sete agentes foram assassinados nos últimos anos.

 

Em Ceilândia, satélite do DF, um agente foi reconhecido por menor na rua e teve o carro alvejado por tiros.

Fonte: Por Leandro Mazzini, coluna Esplanada com fotospublicas.com

Relator da redução da maioridade penal sugere aborto de bebês com “tendências à criminalidade” no futuro

“Um dia, chegaremos a um estágio em que será possível determinar se um bebê, ainda no útero, tem tendências à criminalidade, e se sim, a mãe não terá permissão para dar à luz”, disse Laerte Bessa (PR-DF) a jornal inglês

Por Redação

“Um dia, chegaremos a um estágio em que será possível determinar se um bebê, ainda no útero, tem tendências à criminalidade, e se sim, a mãe não terá permissão para dar à luz”. Essa afirmação foi feita pelo deputado federal Laerte Bessa (PR-DF) em matéria publicada pelo jornal inglês The Guardian no dia 29 de junho. O parlamentar é relator da PEC 171/93, que reduz a maioridade penal.

Na mesma reportagem, Bessa deixou bem evidentes suas pretensões de não se contentar com a redução de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos (estupro, sequestro, latrocínio, homicídio qualificado e outros), homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte, como ocorreu no último dia 2. “Em vinte anos, reduziremos para 14, depois para 12″, disse. Para ele, a proposta, aprovada em primeiro turno na Câmara após manobra do presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ), “é uma boa lei que acabará com o senso de impunidade em nosso país.”

O texto do The Guardian destaca falas do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, sobre o “terrível” sistema prisional brasileiro e ressalta que nossa população carcerária é a quarta do mundo, perdendo apenas para os EUA, China e Rússia. Também sublinha que a elevação do nível de encarceramento tem a ver com o aumento de prisões por tráfico de drogas, exemplificando com o caso do homem enquadrado como traficante por portar 0,02g de maconha.

Revista Forum

Da redação com adptações

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