Laerte Bessa visita Centro de Ensino Especial em Ceilândia

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O deputado federal Laerte Bessa (PR-DF) visitou na quinta-feira (1) o Centro de Ensino Especial 01 de Ceilândia que atende a 420 alunos com algum tipo de deficiência visual, auditiva ou intelectual e outros tipos de transtornos e síndromes.

O DF é a única unidade da federação a manter esses centros em funcionamento que possuem metodologias específicas para trabalhar esses alunos especiais. As aulas procuram desenvolver diversas inteligências, como lógicas, linguísticas, espaciais e musicais, com um cronograma que inclui disciplinas de educação ambiental, informática, educação física, entre outras.

Laerte Bessa ressaltou a importância de manter essas escolas em funcionamento e elogiou o trabalho desenvolvido pelos professores.

“Saio daqui maravilhado com a dedicação desses profissionais. Nunca tinha visto um trabalho tão comprometido. Essas crianças precisam de dedicação exclusiva e tenho certeza que a vida dessas crianças serão transformadas”, destacou o deputado.

Diferente das escolas comuns, nos CEEs as atividades são realizadas individualmente, com o professor auxiliando cada aluno por vez, dedicando toda atenção para ele, para driblar os déficits de concentração provocados pelas deficiências.

No centro de Ceilândia, mais de 120 profissionais – 90 deles são professores – se revezam no atendimento dos alunos que tem de 0 a 60 anos. O projeto Precoce recebe crianças recém-nascidas até os 4 anos. A partir daí, são encaminhadas para escolas regulares, dependendo da deficiência do aluno, ou permanecem no local, onde recebem acompanhamento pedagógico e participam de atividades como teatro, marcenaria, jardinagem, gastronomia. Tudo isso para desenvolver não só a parte intelectual, como também a coordenação motora.

Segundo a supervisora pedagógica da unidade, Adriana de Souza Leite, as atividades ajudam no desenvolvimento dessas crianças e na ressocialização.

“Imagine um aluno cheio de limitações em uma escola regular, com 18 estudantes em uma sala de aula. O professor não teria a menor condição de ouvi-lo e atende-lo. Nosso trabalho respeita as deficiências de cada um, e é desenvolvido para ajudar não só as crianças, mas os pais que muitas vezes não sabem lidar com essas dificuldades”, complementou.

Os estudantes ficam meio período na escola. A maior parte mora em Ceilândia.

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