Edital 05 2017



Depois de perder nas urnas, Adão Cândido vai para o governo federal

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Depois de concorrer ao cargo de vice-governador do Distrito Federal nas eleições de 2014 pelo PPS, o sociólogo Adão Cândido agora está afastado da diretoria da legenda e figura no quadro federal. É o novo secretário de Articulação e Desenvolvimento Institucional do Ministério da Cultura.

Nomeado em dezembro do ano passado, ele tem a missão de coordenar colegiados que formulam as políticas públicas da cultura do país e de organizar a agenda de encontros nacionais e internacionais da pasta. O próximo evento fora do país será em junho, em Bogotá e Medellín, com apresentações brasileiras. A Semana Brasil Colômbia será uma forma de agradecimento ao povo colombiano pela acolhida no acidente da Chapecoense.

É o primeiro cargo público que Adão Cândido ocupa desde que fez uma dobradinha com o ex-deputado federal Luiz Pitiman na disputa ao Palácio do Buriti nas últimas eleições — a chapa não foi para segundo turno. Desde então, o sociólogo se dedicava a e consultorias políticas e trabalhos dentro do PPS, partido do qual se desfiliou antes de assumir a função no ministério.

O convite para assumir a função foi do próprio ministro, Roberto Freire, também afastado do PPS, do qual é amigo há duas décadas. Os dois assumiram os cargos depois da polêmica em que o ex-chefe da pasta Marcelo Calero admitiu ter gravado o presidente da República, Michel Temer, o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo).

Os áudios revelaram pressões que Calero teria sofrido para aprovar a construção de um edifício em área tombada de Salvador. Geddel seria um dos beneficiários com a construção, já que é dono de um apartamento no prédio em questão.

Por: Metrópoles

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